sábado, 29 de dezembro de 2012
De repente, mataste-me porque não me amaste uma unica vez. Era tão tua como o Mundo é nosso. Fiz figas atrás das costas, "um dia quem sabe". Senti tantas vezes a ferida arder, outras tantas tapavas com a tua mão o meu sofrimento e era aí que via o teu carinho por mim. Por isso, aprendi a chorar na esperança de me dares atenção desmedida. Distraída, fui perdendo a noção da realidade. Era só pena. Acabei por explodir por não me quereres, mas querias que continuasse a querer-te. E de repente, mataste em mim a vontade de te amar.
Magoaste-me com as minhas mãos porque eram tuas.
Ainda sei o que é ir a correr para a janela para te tentar ver passar. Fechar a janela desiludida porque não cheguei a tempo. Segundos depois, passas e dás sinal tocando a buzina. Sinto aconchego, como se me desses um beijo na testa antes de adormecer. E envio-te um beijo, apesar de não chegares a saber que faço este tipo de coisas.
Que saudades já tinha de um desgosto de amor. Feliz daquele que sofre por amor e não sabe enterrar as lágrimas. Dá cabeçadas na parede, e outra, e outra,... dizendo que vai acordar para a próxima. Não vai. A seguir não é melhor, é igual, parecido. Algo assim. Os erros são para repetir. Com mais classe, menos berros. Olha para mim, sou eu a escrever enquanto choro por dentro e penso que isto tudo vai passar. Está a passar no Youtube aquela música sobre as raparigas que não choram. Sim, choram. As raparigas choram tanto como respiram. As raparigas enchem-se de esperanças e depois acabam a chorar. É sempre assim. Nunca muda.
MISTURA DE EMOÇÕES
Bem pessoas, hoje lembrei-me das aulas de filosofia e decidi refletir, mas foi na vida, e quando eu o faço normalmente não sai coisa boa, mas pronto vejam a conclusão a que cheguei.
Stress, gritos, sorrisos, lágrimas, hipocrisias, falsidades, ironias e sarcasmos, esta é a tua vida certo?
Stress por causa 'daquela' pessoa, stress por causa da escola, stress por causa do ambiente familiar ... Mas porquê tanto stress? O stress causa rugas, ele prejudica-te o rendimento escolar, prejudica-te relações, sejam elas amorosas, familiares ou de amizades. Deixa-te disso.
Gritos, gritos e mais gritos. Vozes na tua cabeça que te gritam 'tu nunca vais ser bom o suficiente', estou certa?. Não deixes que essas vozes te dominem.
Sorrisos e lágrimas andam de mãos dadas. É como a relação amor/ódio. Uma vez alguém me disse que não podíamos odiar uma pessoa sem antes a ter amado, Isto aplica-se também a sorrisos e ás lágrimas Só podemos sorrir verdadeiramente se soubermos o que é chorar rios por pura infelicidade.
Lembra-te que nem todos os sorrisos mostram felicidade e nem todas as lágrimas mostram tristeza, porque afinal de contas, nem tudo o que parece, é.
Hipocrisias, falsidades, ironias e sarcasmos é aquele quarteto que poderíamos denominar de 'amigos forever', são o prato do dia de toda a semana. Não gosto desse quarteto, mas é daquelas coisas que nunca vão desaparecer.
Bem pessoas, hoje lembrei-me das aulas de filosofia e decidi refletir, mas foi na vida, e quando eu o faço normalmente não sai coisa boa, mas pronto vejam a conclusão a que cheguei.
Stress, gritos, sorrisos, lágrimas, hipocrisias, falsidades, ironias e sarcasmos, esta é a tua vida certo?
Stress por causa 'daquela' pessoa, stress por causa da escola, stress por causa do ambiente familiar ... Mas porquê tanto stress? O stress causa rugas, ele prejudica-te o rendimento escolar, prejudica-te relações, sejam elas amorosas, familiares ou de amizades. Deixa-te disso.
Gritos, gritos e mais gritos. Vozes na tua cabeça que te gritam 'tu nunca vais ser bom o suficiente', estou certa?. Não deixes que essas vozes te dominem.
Sorrisos e lágrimas andam de mãos dadas. É como a relação amor/ódio. Uma vez alguém me disse que não podíamos odiar uma pessoa sem antes a ter amado, Isto aplica-se também a sorrisos e ás lágrimas Só podemos sorrir verdadeiramente se soubermos o que é chorar rios por pura infelicidade.
Lembra-te que nem todos os sorrisos mostram felicidade e nem todas as lágrimas mostram tristeza, porque afinal de contas, nem tudo o que parece, é.
Hipocrisias, falsidades, ironias e sarcasmos é aquele quarteto que poderíamos denominar de 'amigos forever', são o prato do dia de toda a semana. Não gosto desse quarteto, mas é daquelas coisas que nunca vão desaparecer.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
E SE AMANHÃ, FOR TARDE DEMAIS?
Hoje decidi escrever, coisa que já não faço há uns tempos, e vou falar da morte, é verdade. Ora bem, a vida tem uma suposta lei, certo? As pessoas nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. Esta é a lei da vida. Mas, toda a gente sabe que por vezes não é bem isto que acontece. Por vezes as pessoas não chegam à parte do 'crescem', outras não chegam à parte do 'reproduzem-se' porque morrem antes. É triste mas é uma realidade e mais cedo ou mais tarde temos de aprender a lidar com ela. Mas as perguntas são mesmo, será que tu vives ou sobrevives? Será que gostas da vida que tens? Será que fazes aquilo que te deixa feliz, ou será que fazes aquilo que agrada aos outros? Será que dizes tudo o que tens a dizer ou esperas que esse alguém morra para o fazeres? Nós, jovens, sofremos muito daquela expressão 'perder para dar valor' mas quando dizemos perder é perder uma relação, mas não perdemos a oportunidade de dizer tudo o que queríamos por muito que isso não altere grande coisa, mas pelo menos temos a consciência de que dissemos tudo. Mas e se o amanhã já não existir? Mais do que uma morte, uma ausência, vais sentir um peso, que te vai atormentar para sempre. E nessa altura, ai sim, vais deixar de viver e vais apenas sobreviver, dificilmente vais conseguir seguir em frente, porque acabaste de perder uma pessoa importante e deixaste coisas por dizer. Viver cada dia como se fosse o último não significa viver 'la vida loka', não! Viver cada dia como se fosse o último não significa ir a um bar abrir as pernas para qualquer um, não! Tomem consciência do que fazem, porque ai sim, podem acabar por perder a vida a curto prazo. Viver cada dia como se fosse o último significa viver de forma que nos faça feliz, significa sair à rua e fazer coisas realmente importantes para a nossa vida! Significa não deixar uma única palavra por dizer, significa deixar o passado no passado e viver o presente. Porque o amanhã pode não existir.
Pronto, fiz outro dos meus testamentos.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
Eu gosto de um bom filme, de dormir acompanhada, adoro namorar depois. Gosto de dramas bem elaborados, de sorrisos exagerados, de mentiras mal contadas, de verdades lavadas, de palavras na cara. Tenho conversas que nunca fazem sentido. Sou julgada pelo que escrevo e culpada pelo que faço. Procuro sinceridade até onde não existe, e digo sempre a verdade sem calcular a tua resposta. Admiro uma solidão a dois, uma conversa a três, e um amor-próprio. Adoro o silêncio para pensar, mas faço barulho para quebrar a rotina. Adoro uma boa bebida, uma boa festa, e de dançar até de madrugada. Uma tarde com as amigas, e assistir ao pôr-do-sol. Prefiro a correria do dia-a-dia do que uma vida parada. Adivinho o que ninguém me conta, e tenho a minha opinião até o dia em que a resolver mudar. Falo sozinha no duche, e embora as vezes não concorde com o coração ou cabeça, sigo sempre aquilo que penso. Ouço musica até me doer os ouvidos e amo ficar num mundo a parte. Adoro laranja, e odeio rosa. Não gosto de palavras cínicas, muito menos sorrisos. Amo-me a mim, e não suporto os rótulos desta sociedade. Cada um é como é, e eu amo ser assim.
Um dia tentei mostrar-te o amor mas tu não o viste. Não sei a quem atribuir a tua cegueira, se ao teu coração ou a ti. De qualquer forma, ainda que essa incógnita tivesse, em algum momento, sido importante para mim, agora tanto me faz. Estou demasiado cansada para decifrar perguntas sem respostas. Estou exausta.
Por vezes sinto-me como que a correr numa maratona, onde a meta nunca aparece e onde há sempre um obstáculo para contornar no caminho e me faz ficar cada vez mais com vontade de me sentar a ver a vida passar, como uma espectadora de um filme alternativo na última sessão.
Entraste tão depressa dentro de mim e quando saíste à pressa, sem avisar, nem tiveste tempo de levar tudo o que era teu. Se ao menos eu te conseguisse expulsar. Mas não, estou exausta.