sábado, 28 de janeiro de 2012
Um dia, as pessoas dão-se conta de que não são feitas para agradar a todos, dão-se conta que tudo não passou de um sonho, e que as coisas não são tão perfeitas como as imaginamos. Todos nós imaginamos um mundo diferente, um mundo feito pelas nossas mãos em que tudo acontece tal como tinhamos previsto. Mas, porque será que todas as pessoas pensam em desistir logo á primeira derrota? Mas,o que é isso de desistir?
ás vezes é isso que o passado tem de fazer,ir embora,deixar-se ir para trás e dar espaço ao presente e ao futuro.Eu quase não sinto a falta dele,já me habituei ao buraco no coração,ao espaço vazio nele agora.No fundo não há sentimento,é como se estivesse em pausa,e só quando o vejo é que me dá um aperto no coração e as pernas começam a tremer.Efeitos secundários penso eu,só pode!
domingo, 22 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Mereces tão pouco aquilo que fiz, aquilo que faço. Quero ser perfeita para ti mas acho que nunca estás contente comigo, com nada. Que sou pouco mas não sou. Tu és, tu pouco ou nada fazes por mim. Queres lá saber se chegas atrasado ou não. Como já me fartei de viver assim. Se fosse assim não teria mudado para melhor, não tinha procurado em ti o melhor. Sabes, acho que estás sempre a mentir e só eu não vejo porque não quero ver.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Onde é que uma história começa verdadeiramente? Na vida, não abundam os começos bem definidos, nem os momentos em que se pode dizer que tudo começou quando os recordamos. Porém existem ocasiões em que a nossa vida se torna num labirinto sem saída, desencadeando uma sequencia de acontecimentos cujo resultado nunca poderíamos ter previsto.
Estou acordada, devem ser duas da manha, depois de me ter arrastado para a cama, de ter andado ás voltas e saltos durante quase meia hora acabei por desistir de adormecer. Sentada, com a caneta na mão, tento entender como tudo aconteceu, dá a impressão de que nos últimos tempos não tenho conseguido pensar em mais nada. O quarto está silencioso, ouve-se o tiquetaque do relógio.
Não consigo tirar os olhos da folha gasta, apercebendo-me que não sei por onde começar, não que não saiba como tudo aconteceu, pelo contrário recordo cada minuto, cada instante. Por vezes sinto uma vontade de deitar tudo para fora, mas para que desenterrar o passado? Afinal, tudo isto aconteceu á cerca de dois anos, mas até se poderá dizer que tudo começou um longo ano antes disso.
Estou acordada, devem ser duas da manha, depois de me ter arrastado para a cama, de ter andado ás voltas e saltos durante quase meia hora acabei por desistir de adormecer. Sentada, com a caneta na mão, tento entender como tudo aconteceu, dá a impressão de que nos últimos tempos não tenho conseguido pensar em mais nada. O quarto está silencioso, ouve-se o tiquetaque do relógio.
Não consigo tirar os olhos da folha gasta, apercebendo-me que não sei por onde começar, não que não saiba como tudo aconteceu, pelo contrário recordo cada minuto, cada instante. Por vezes sinto uma vontade de deitar tudo para fora, mas para que desenterrar o passado? Afinal, tudo isto aconteceu á cerca de dois anos, mas até se poderá dizer que tudo começou um longo ano antes disso.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Existem páginas que pensamos viradas ─ umas por nós, outras tantas por alguém ─ que afinal continuavam a ser escritas, lidas e relidas. Páginas com histórias boas, páginas com histórias más, páginas de cumplicidade, alegria, carinho, paixão, amor, páginas de solidão, angústia, sofrimento, ciúme, traição e muita dor.
Guardarei as páginas boas! As páginas más estou a rasgá-las uma a uma. O que é mau faz-nos mal, torna-nos amargos, não nos deixa evoluir, não nos permite seguir em frente.
Guardarei as páginas boas! As páginas más estou a rasgá-las uma a uma. O que é mau faz-nos mal, torna-nos amargos, não nos deixa evoluir, não nos permite seguir em frente.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Estou a precisar de desabafar, cansei de ser tratada como alguém
que não sou, de querer e não ter, de implorar por uma atenção que nunca recebi.
Cansei-me das minhas roupas, dos meus
ténis, cansei da cor das paredes do meu quarto, de decepcionar aqueles que eu
queria que se orgulhassem de mim, da
distancia que me separa do que realmente me faz sorrir, de querer falar e não
encontrar palavras que traduzam o que eu quero, da minha falta de atitude. Cansei-me
deste mundo que nós próprios criamos, de chorar dias e dias seguidos pelas
mesmas pessoas, cansei das musicas do meu mp4, cansei de certas pessoas, de
correr atrás de tudo, cansei do famoso “talvez”.
Perdidos e achados
Não tenho tempo para histórias desfeitas ou choros, prefiro os livros ou a música, vivo a vida a sério, contigo bem longe, é mais fácil não ter de andar sempre a gastar o "gostar de" contigo, não gosto de me desperdiçar com momentos inacabados, nem histórias sem final. Foi sempre assim, contigo perto. Um pequeno abraço e pouco mais, não tinha tempo para laços com pessoas como tu, Com problemas por resolver, com cartas por rasgar ou sonhos por sonhar. Tu nunca sonhaste, eu sou sonhadora. Sempre foi assim, comigo. Vivo bem comigo, sou de fácil trato, não preciso de inventar coisas e ser o que não gosto de ser. De volta das palavras não preciso de o fazer, nem dizer o quão importante és para mim, porque nem sequer és, em tempos foste, passado. Eu sim, sou importante para mim. Tu és um pedaço tão pequeno que nem chega para me fazer sorrir.









