sábado, 29 de dezembro de 2012
Que saudades já tinha de um desgosto de amor. Feliz daquele que sofre por amor e não sabe enterrar as lágrimas. Dá cabeçadas na parede, e outra, e outra,... dizendo que vai acordar para a próxima. Não vai. A seguir não é melhor, é igual, parecido. Algo assim. Os erros são para repetir. Com mais classe, menos berros. Olha para mim, sou eu a escrever enquanto choro por dentro e penso que isto tudo vai passar. Está a passar no Youtube aquela música sobre as raparigas que não choram. Sim, choram. As raparigas choram tanto como respiram. As raparigas enchem-se de esperanças e depois acabam a chorar. É sempre assim. Nunca muda.
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