De repente, mataste-me porque não me amaste uma unica vez. Era tão tua como o Mundo é nosso. Fiz figas atrás das costas, "um dia quem sabe". Senti tantas vezes a ferida arder, outras tantas tapavas com a tua mão o meu sofrimento e era aí que via o teu carinho por mim. Por isso, aprendi a chorar na esperança de me dares atenção desmedida. Distraída, fui perdendo a noção da realidade. Era só pena. Acabei por explodir por não me quereres, mas querias que continuasse a querer-te. E de repente, mataste em mim a vontade de te amar.
Magoaste-me com as minhas mãos porque eram tuas.
1 comentário:
Tão lindo, tão, tão lindo!
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